domingo, 20 de março de 2011

CONTRIBUINDO COM A CF 2011



Nosso gesto concreto:

Mobilizar o pessoal da nossa rua, vizinhos e moradores do condomínio, No próximo dia 26 de MARÇOl de 2011, entre 20h30 e 21h30 (horário de Brasília), a Hora do Planeta vai acontecer mais uma vez. As luzes serão apagadas por uma hora, numa tentativa de mostrar aos líderes mundiais a nossa preocupação com o aquecimento global. (Trazer uma lista com o nome de  pessoas do seu prédio, condomínio ou vizinhos da sua rua que irão participar da nossa campanha)

O PLANETA CONTA COM VOCÊ!


domingo, 13 de março de 2011

Você sabe...

O QUE É VIA-SACRA?


Realizada durante a Semana Santa, a via-sacra é um ato litúrgico celebrado pela Igreja Católica para relembrar a paixão e morte de Cristo. Durante a cerimônia, enquanto o sacerdote lê trechos dos Evangelhos, os católicos meditam diante de uma série de quadros que representam as principais cenas da saga de Jesus.
Existem variações para a realização do ritual. Em algumas paróquias, em vez de os fiéis contemplarem imagens, eles assistem a encenações, como num teatro, que dão vida aos eventos.
Seja como for, o objetivo é um só: valorizar as ações de Cristo e reconhecer a presença de Deus mesmo na dor e no sofrimento. "A viacra não é apenas uma forma de olhar para o passado. É preciso aplicar sua lição nos dias de hoje", afirma o monsenhor Dario Bevilacqua, porta-voz da Arquidiocese de São Paulo.
A descrição do martírio de Cristo por meio de imagens surgiu durante a Idade Média, quando a catequese se dirigia, em grande parte, a analfabetos. Para que os fiéis que não sabiam ler compreendessem a plenitude de significados da vida do messias, a Igreja decidiu apresentá-la de forma visual.
Esses quadros - ou estações, como são chamados - contam a trajetória de Jesus desde o momento o costume de narrar a paixão de Cristo por meio de quadros surgiu para que os analfabetos compreendessem o significado do martírio de Jesus em que foi condenado por Pilatos até o calvário. Aparecem em seqüência: a condenação, Jesus carregando a cruz, o encontro com Maria, a ajuda que recebeu de Simão Cirineu, as três vezes em que caiu, o consolo às mulheres de Israel, a ocasião em que Verônica enxugou seu rosto, o momento em que foi despido, sua crucificação, morte, a descida da cruz e, por fim, seu sepultamento.
Diferentemente das demais estações, contudo, as que retratam as quedas e o encontro com Verônica não estão relatados nos Evangelhos - foram eventos agregados à história graças ao folclore popular e, daí, perpetuaram-se.
Na verdade, o número de cenas variou muito até que, no século 18, a Igreja determinou quais seriam as 14 que comporiam a via-sacra. "Os responsáveis pela lista foram os papas Bento XlV e Clemente XlI", diz o teólogo Fernando Altmeyer, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. Somente dois séculos depois, o Vaticano incluiu a 15ª estação. "O mistério da fé cristã é a ressurreição. Por isso, a última estação foi incluída para simbolizar que a morte não é o fim de tudo", diz o padre e teólogo José Roberto Develar, da PUC do Rio de Janeiro.
Originalmente, a via-sacra - caminho sagrado, em latim - só ocorria em Jerusalém, para onde os cristãos peregrinavam para fazer o trajeto percorrido por Jesus. Tais viagens começaram em 313, quando o imperador Constantino converteu-se ao Cristianismo. Até então perseguidos pelo Império Romano, os fiéis puderam, enfim, visitar a cidade sagrada para celebrar a memória de Cristo. Mas a prática só espalhou-se pelo mundo católico a partir do século 15. "Na época, os franciscanos guardavam os lugares sagrados de Jerusalém e, sabendo que nem todos os fiéis podiam ir até lá, propuseram que a cerimônia fosse realiizada nas igrejas locais", diz Fernando.

Fonte: Monique dos Anjos - Revista das Religiões

Tempo Litúrgico da Quaresma

Quaresma não é tempo de tristeza, mas um dom de Deus, afirma Papa.


Nesta Quarta-feira de Cinzas, o Papa Bento XVI celebrou a Missa da imposição das cinzas, na Basílica de Santa Sabina All’Aventino, em Roma. Após percorrer a tradicional procissão penitencial entre a Igrejas de Santo Anselmo e a Basílica de Santa Sabina, o Santo Padre iniciou a celebração que abre o tempo quaresmal em toda a Igreja.

Durante a homilia, o Papa falou que a Quaresma não é um tempo de tristeza, mas um dom precioso de Deus; é um tempo forte repleto de profundos significados no caminho da Igreja, no itinerário da Páscoa do Senhor.

“Hoje, ressoa para nós o apelo: ‘Retorneis a mim com todo o coração’. Hoje somos nós a sermos chamados a converter o nosso coração a Deus, conscientes sempre de não poder realizar a nossa conversão sozinhos, com as nossas próprias forças, porque Deus que nos converte”, enfatizou o Pontífice.

Ao meditar sobre a 
leitura - em que diz “Deixai-vos reconciliar com Deus” (2 Cor 5,20) - Bento XVI afirmou que este é o dinamismo do coração contrito, atraído e movido pela graça a responder ao amor misericordioso de Deus que nos chamou primeiro.

O Papa acrescentou ainda que Jesus não pede, neste tempo, um respeito formal a uma lei estranha ao homem, imposta por um legislador severo como um fardo pesado, mas convida a redescobrir as obras de piedade, vivendo-as em modo mais profundo, não por amor próprio, mas por amor a Deus, como meio de entrar no caminho de conversão a Ele.

“Esmola, oração e jejum: é o tratado da pedagogia divina que nos acompanha, não somente na Quaresma, em direção ao encontro com o Senhor ressucitado, mas algo que nos leva a percorrer sem ostentação, na certeza que o Pai celeste sabe ler e ver também o segredo do nosso coração”, explicou também o Santo Padre, ao definir e convidar os cristãos a exercitarem estas práticas de caridade.

Bento XVI encerrou a homilia fazendo um apelo para que todos os fiéis vivam com mais empenho a conversão, intensifiquem a escuta da Palavra de Deus, a oração e a penitência, abrindo, assim, o coração para que seja dócil à acolhida da vontade divina.


Fonte: cancaonova.com

sexta-feira, 11 de março de 2011

Tristeza por tragédia no Japão

Sexta-feira, 11 de março de 2011, 17h19

Papa expressa tristeza por tragédia no Japão

Nicole Melhado
Da Redação, com Rádio Vaticano (Tradução equipe CN Notícias)

O Papa Bento XVI disse estar profundamente triste com a tragédia ocasionada pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão nesta sexta-feira, 11.

Em um telegrama assinado pelo Secretário de Estado, Dom Tarcísio Bertone, enviado ao presidente da Conferência Episcopal do Japão,  Leo Jun Ikenaga, “Bento XVI exprime proximidade com a população atingida por estes trágicos eventos assegurando sua oração pelas vítimas e seus familiares”.

O Pontífice envia também sua benção a todos aqueles que estão empenhados nas operações de socorro.

Até o momento, foram contabilizados 110 mortos, 350 desaparecidos e 544 feridos no terremoto de  8,9 graus na escala Richter que atingiu o nordeste da ilha de Honshu, no Japão, e ocasionou também um tsunami.

Equipes de socorro provenientes de 45 países estão prontas para intervir.

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Nosso compromisso alunos(as) é estarmos juntos nesta empreitada de oração pelos nossos irmãos japoneses. Vamos orar pelo Japão e por suas vitimas neste mês. Juntos somos +. 

"Tudo posso naquele que me fortalece"
Filipenses 4:13 
  

Esta passagem tem sido entendida por muitos Cristãos como uma afirmação geral de que realmente “tudo” podemos fazer. Como sempre é necessário observar o contexto da passagem. O contexto imediato (Fil 4:10-20) indica que Paulo está tratando de necessidades pessoais. Todas estas palavras e frases tratam de necessidades físicas e imediatas como comida e moradia. Ele pessoalmente passou por necessidades nestas áreas e está mostrando como Cristo lhe deu força para enfrentá-las.

Deus abençoe !!!

Ensino Religioso - Colégio F.S.C de Jesus

domingo, 6 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

Temperança: uma arma contra nossos impulsos

Ela assegura o domínio da vontade sobre os instintos


Ter domínio sobre os impulsos não é nada fácil. Inúmeras vezes fazemos afirmações que nem sempre somos capazes de cumprir. É um doce que comemos quando estamos fazendo dieta, é um palavrão que falamos, é um julgamento errado que fazemos, enfim, são inúmeros os desvios de conduta que, infelizmente, todos os dias cometemos. Quando menos esperamos estamos desacreditados de nós mesmos, de nossos bons propósitos.

Como é decepcionante cair nos mesmos erros, confessar quase sempre os mesmos pecados, viver como se estivéssemos em uma montanha-russa, ora em cima na busca pela santidade, ora embaixo, humilhados pelos pecados!

Porém, para vencer estes maus hábitos, é necessário uma virtude chamada "temperança", em outras palavras também conhecida como "sobriedade" ou "austeridade", que é a virtude moral que modera a atração pelos prazeres e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. Ela assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade, ou seja, é o controle sobre nossos impulsos, apetites e desejos, conforme nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, número 1809.

Para se ter uma ideia da importância da temperança no caminho de santidade, o Papa João Paulo II, em uma de suas catequeses sobre as virtudes, nos ensinou que: "O homem temperante é aquele que é senhor de si mesmo, aquele em que as paixões não tomam a supremacia sobre a razão, sobre a vontade e também sobre o coração, assim a virtude da temperança é indispensável para que o homem seja plenamente homem, ou seja, o homem temperante, antes de qualquer outra coisa, respeita a própria dignidade".

A temperança é, portanto, uma virtude indispensável para a maturidade do homem, pois é por intermédio dela que nos tornamos pessoas inteiras, ou seja, capazes de retamente buscarmos a santidade.

Neste processo, é importante reconhecer a nossa condição humana, sobretudo, ter a sensibilidade de identificar nossas fraquezas, investigar as causas de nossas quedas, e não temê-las, pois, na maioria das vezes, elas são mascaradas por prazeres. Assim, muitos se tornam escravos dos desejos e não vencem o desafio da sobriedade.
Para vencer nossos impulsos, apetites e desejos, é necessário o esforço humano amparado pela graça de Deus. Com maturidade, reconhecer nossa condição humana e, a partir daí, darmos passos rumo a uma decisão sincera a favor da sobriedade, evitando todos os excessos. Dessa forma, não seremos mais escravos, mas sim homens livres e inteiros, capazes de viver plenamente nossa condição de filhos amados de
Deus, criados à imagem e semelhança d'Ele.

Fonte:Ricardo Gaiotti Silva
Advogado, missionário da Comunidade Canção Nova

domingo, 27 de fevereiro de 2011

SABEDORIA E PENSAMENTO POSITIVO

Certamente já ouvimos falar que pessoas sábias são mais felizes.Mas, afinal o que é sabedoria?
Toda vez que mencionamos essa palavra, pensamos em um ancião de barbas longas e brancas que sempre tem conselhos inteligentes, nunca perde a calma e é totalmente desapegado das coisas materiais.
No fundo, essa não e a imagem que temos de nós mesmos, e, honestamente, nem a que desejamos.Temos sonhos, almejamos o sucesso, queremos viver em uma bela casa, viajar, criar uma família e, principalmente, ser amados e reconhecidos.
Então, será que não possuímos sabedoria? Será que para sermos sábios não podemos ter ambições ou sonhos?
Na verdade, podemos de fato ter o melhor dos dois mundos se os nossos pensamentos e ações forem positivos.
Aprendi ao longo dos anos que a verdadeira felicidade é a habilidade de viver plenamente nossa vida, de correr atrás dos nossos sonhos, de nos realizarmos, sem jamais machucar os outros ou a nós mesmos.A felicidade está em contribuir para um bem maior: no sentimento de ajudar e auxiliar a sociedade.Sabedoria é, por tanto, a arte de ser e fazer os outros felizes.
E qual a relação entre sabedoria e uma visão positiva da vida? Tudo!
Quando estamos vivenciando alguma dificuldade, pensamentos ruins invadem nossa mente e despertam nosso lado negativo.Podemos ficar paralisados, ou até mesmo tomar atitudes que pioram ainda mais a situação.
Com sabedoria, nosso olhar muda.Sabemos que a vida é uma grande escola e que tudo é passageiro.Aceitamos as dificuldades, não nos apegamos ao sofrimento, agimos e pensamos positivamente e, desse modo, nossa mente acaba encontrando soluções.Pessoas de bem com a vida são mais produtivas e obtêm muito mais sucesso.

Autor: William Woo - 2010