terça-feira, 14 de junho de 2011

ACREDITE EM VOCÊ.

 VALEU ! ! !  :)

Termômetro da amizade

Que tipo de bem tenho comunicado aos meus amigos?
Volta e meia conversamos sobre amizade. Se fosse realizada alguma pesquisa, talvez chegássemos à conclusão de que essa é uma das palavras que saem com mais facilidade da boca de todo o mundo.
Mas será que todo o mundo sabe, de verdade, o que está querendo dizer quando fala sobre amizade?
São Francisco de Sales é um Doutor da Igreja, título dado àqueles santos que desenvolveram um ensinamento surpreendente. Ele também oferece um conceito singular sobre amizade: a caridade é uma amizade, ou seja, amizade é puro amor. E não para por aí não. Esse santo vai além e destaca que toda a amizade é comunicação de bens.
Eu pergunto para você: o que é um bem? Bem é tudo aquilo que, quando colocamos em comum, enriquece, acrescenta, plenifica, aperfeiçoa. Só pode existir bem quando existe amor, e só existe amor onde existe Deus, que é puro amor. Aqui, São João Evangelista também pode nos ajudar quando ensina que “Deus é luz e nele não há treva alguma” (cf. I Jo 1,5).
Ora, se Deus é amor e é luz ao mesmo tempo, isso significa que o amor apenas existe na luz, e vice-versa. Aí já fica fácil de entendermos melhor muita coisa. Em primeiro lugar, fica claro que não pode existir verdadeira amizade entre pessoas más ou que se unem para fazer o mal. O mal é escuridão, é treva, é o oposto da luz. Todo relacionamento que tem como base o mal foge da lógica da amizade, que, como vimos, é comunicação de bens, e todo o bem é bom, é luminoso. É impossível existir um bem que seja mal. Vou repetir para você não esquecer: não pode existir verdadeira amizade entre pessoas más ou que se unem para fazer o mal.
Não é preciso pensar muito para que outra pergunta surja logo em nossa cabeça: que tipo de bem eu tenho comunicado aos meus amigos? Melhor ainda: será que eu estou, de verdade, comunicando algum bem aos meus amigos, ou seja, partilhando com eles coisas que enriqueçam o nosso relacionamento? Ou, ao contrário, muitas vezes, eu tenho dado mais ênfase para a escuridão por meio do que falo, do que vivo e do que estimulo o outro a fazer e viver?
É tempo de retomada, de dar a volta por cima e colocar a vida de novo no caminho certo. Faço um convite para você: sejamos verdadeiros amigos de nossos amigos. Vamos comunicar bens que sejam bons de verdade, luminosos, que testemunhem o Deus, que é todo luz e todo amor.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O sentido do Pentecostes

Com ele tem início a ação evangelizadora para todas as nações.



Para entendermos o verdadeiro sentido da Solenidade de Pentecostes, precisamos partir do texto bíblico que nos apresenta na narração: "Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua" (At, 2, 1-6). Essa passagem bíblica apresenta o novo curso da obra de Deus, fundamentada na Ressurreição de Cristo, obra que envolve o homem, a história e o cosmos.

O Catecismo da Igreja Católica diz que: "No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito" (CIC, n. 731).

Nessa celebração somos convidados e enviados para professar ao mundo a presença d'Ele [Espírito Santo]. E invocarmos a efusão do Espírito para que renove a face da terra e aja com a mesma intensidade do acontecimento inicial dos Atos dos Apóstolos sobre a Igreja, sobre todos os povos e nações.

Por essa razão, precisamos entender o significado da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade: "O termo Espírito traduz o termo hebraico Ruah que, na sua primeira acepção, significa sopro, ar, vento. Jesus utiliza precisamente a imagem sensível do vento para sugerir a Nicodemos a novidade transcendente d'Aquele que é pessoalmente o Sopro de Deus, o Espírito Divino. Por outro lado, Espírito e Santo são atributos divinos comuns às Três Pessoas Divinas. Mas, juntando os dois termos, a Escritura, a Liturgia e a linguagem teológica designam a Pessoa inefável do Espírito Santo, sem equívoco possível com os outros empregos dos termos espírito e santo" (CIC, n. 691).

A Solenidade de Pentecostes é um fato marcante para toda a Igreja, para os povos, pois nela tem início a ação evangelizadora para que todas as nações e línguas tenham acesso ao Evangelho e à salvação mediante o poder do Espírito Santo de Deus.

O Papa Bento XVI fala sobre esse processo de reunificação dos povos a partir de Pentecostes: "Tem início um processo de reunificação entre as partes da família humana, divididas e dispersas; as pessoas, muitas vezes, reduzidas a indivíduos em competição ou em conflito entre si, alcançadas pelo Espírito de Cristo, abrem-se à experiência da comunhão, que pode empenhá-las a ponto de fazer delas um novo organismo, um novo sujeito: a Igreja. Este é o efeito da obra de Deus: a unidade; por isso, a unidade é o sinal de reconhecimento, o 'cartão de visita' da Igreja no curso da sua história universal. Desde o início, do dia do Pentecostes, ela fala todas as línguas. A Igreja universal precede as Igrejas particulares, as quais devem se conformar sempre com ela, segundo um critério de unidade e universalidade. A Igreja nunca permanece prisioneira de confins políticos, raciais ou culturais; não se pode confundir com os Estados, nem sequer com as Federações de Estados, porque a sua unidade é de outro tipo e aspira a atravessar todas as fronteiras humanas" (Bento XVI, Homilia na Solenidade de Pentecostes, 23 de maio 2010).

Temos necessidade do Espírito Santo Paráclito no nosso tempo: Veni, Sancte Spiritus!


Fonte:
Padre Reinaldo
Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Teste que mostra a idade que o organismo realmente tem.

Uma empresa espanhola desenvolveu um teste que mostra a idade que o organismo realmente tem - se está mais envelhecido ou mais conservado do que aponta a certidão de nascimento.

Link completo da notícia e do VÍDEO:


O Fantástico( Matéria do dia 22/05/2011) mostra agora as descobertas sensacionais que um dia podem aumentar muito a vida humana. Esta semana foi anunciado na Espanha o teste de sangue que revela a diferença entre a sua idade e a idade real do seu corpo.

Fonte: http://fantastico.globo.com/Jornalismo

terça-feira, 24 de maio de 2011

Excessos: você os vê em sua vida?

 Por trás da compulsão há um descompasso, um desequilíbrio

Muitos de nós já nos pegamos fazendo algo por excesso: comer, beber, jogar, limpar, comprar, amar, depender afetivamente de alguém, mentir, ter ciúme, dentre outros. É um impulso quase que incontrolável, no qual as pessoas se precipitam e, muitas vezes, têm até dificuldade para planejar qualquer tipo de tarefa, ou mesmo planejar a parada dessa compulsão.

Quantas vezes vemos pessoas cujo “hábito” é comprar, para terem cada vez mais, pois nunca se satisfazem com o que possuem. Tal “hábito” passa a movimentar nosso sentido de felicidade: tendo isso ou tendo aquilo, jogando determinado jogo, comendo isso ou aquilo, seremos mais felizes e preencheremos o “vazio” que há em nós.

As causas do comportamento compulsivo podem ser as mais variadas: predisposição, hábitos aprendidos, histórico familiar (que também é aprendido), razões biológicas. Ao percebermos que algo “é demais”, que passa dos limites do normal e saudável, decidimos parar. O ato de parar pode acontecer naturalmente para muitas pessoas, mas para uma parte das pessoas isso não acontece. Ou seja, o comportamento, chamado de compulsivo ou aditivo, continua acontecendo em paralelo à ansiedade que a pessoa vivencia.

Geralmente, são hábitos pouco saudáveis ou inadequados que são repetidos muitas vezes e levam a consequências negativas como o uso de álcool, drogas em geral, comer exageradamente, gastar fora do controle, fugir do contato social, praticar esportes em excessivamente, lavar as mãos de forma exagerada (até mesmo chegando a se ferir), participar de jogos de azar, depender de relações virtuais, excesso do uso de remédios ou de idas a médicos em busca de uma doença, dentre outros. Tais atitudes são feitas quase que automaticamente; quem as pratica não percebe ou nota prejuízos num primeiro momento.

Ter um comportamento compulsivo acontece por hábitos que são aprendidos e seguidos de alguma gratificação emocional, de algum alívio da angústia ou da ansiedade que a pessoa sente. Ou seja, ela faz alguma coisa e recebe outra em troca. Com os prejuízos que essa pessoa pode ter em seus relacionamentos, no trabalho, na saúde, ou mesmo quando os demais indicam que ela tem esse distúrbio, ela passa a se observar mais detalhadamente. Aquilo que, num primeiro momento, era fonte de prazer e gratificação, posteriormente passa a dar uma sensação negativa, pois a pessoa cede em fazer aquilo.

Se por trás dessa compulsão existe um descompasso, um desequilíbrio, é importante canalizar essa energia, que antes ia para os excessos, em outras atividades e buscar “retirar” o foco do comportamento que acarreta prejuízo para a pessoa.
Vale lembrar que todos nós temos rotinas e hábitos e isso é muito saudável; fica apenas a atenção para aquilo que é excessivo! Como dizem, de forma popular, “tudo o que é demais, faz mal”!

Então, se você identifica alguns excessos em sua vida, procure analisar os afetos que lhe faltam e como você tem canalizado suas forças, se tem buscado o ter ou fazer em troca do ser.


Fonte:
Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional,
colaboradora da Comunidade Canção Nova.

sábado, 14 de maio de 2011

50 minutos, pode fazer a diferença!

Ensino religioso


Vale a pena!

Caráter: Passe adiante!

Pense nisso!!!



VOCÊ AGE E MODO POSITIVO OU NEGATIVO?

 “Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade; um otimista vê uma oportunidade em cada dificuldade”.  
                                      Sir Winston Churchill, estadista britânico

Identificar qual é o seu principal padrão de pensamento é o primeiro passo para começar a agir e pensar positivamente e alcançar mais sabedoria.
Muitas vezes fazemos um julgamento equivocado sobre nós mesmos. O reconhecimento do nosso comportamento é nosso maior aliado nesta transformação. Uma pergunta bem popular mostra-se bastante útil para descobrirmos se agimos ou pensamos positivamente, ou não:
 “se você observar um copo com água pela metade, você diria que ele está meio cheio ou meio vazio?”
Pessoas que enxergam o copo meio cheio sempre têm uma visão otimista dos seus problemas. Não são super-heróis que não se abalam com nada. Pelo contrário, sentem-se balançadas quando enfrentam alguma dificuldade, mas rapidamente reagem e começam a procurar soluções.         Sentem-se ricas, independentemente da sua situação financeira.Sabem ser felizes com as coisas mais simples e transformam grandes dificuldades em aprendizado.Procuram soluções e não problemas.
Pessoas que enxergam o copo meio vazio sempre transformam pequenos problemas em tragédias; comemoram pouco as vitórias e têm baixa autoestima. Dificilmente reconhecem que são negativas, ou que são os culpados por suas próprias desilusões – os responsáveis são sempre os outros ou as situações da vida. Vivem dizendo: se eu tivesse tempo, se eu fosse jovem, se eu tivesse dinheiro... E assim a vida vai passando.
No final de 2008 muitas empresas brasileiras passaram por momentos difíceis por causa da crise mundial. Alguns empresários estão reclamando até hoje e usando a tal crise como desculpa (e ela até já passou); outros, arregaçaram as mangas e mudaram sua gestão, reduzindo gastos e criando novas oportunidades.
Na época, dois amigos meus ficaram desempregados.Já estamos em 2010 e um deles continua dizendo que nunca mais vai conseguir um emprego tão bom; o outro aproveitou a crise, mudou de área e hoje diz com alegria que a sua demissão foi o maior presente em sua carreira profissional.
Quem age positivamente não gasta seu tempo reclamando das pessoas e das situações, mas investe sua energia em construir. Desse modo, vai desenvolvendo uma mente positiva.
Ações construtivas colaboram para isso. Uma mente com tal qualidade cria padrões favoráveis e desejáveis, em vários aspectos da sua vida.
Pessoas positivas alcançam mais sucesso na vida pessoal e profissional. Quem gosta de estar ao lado de alguém que só sabe reclamar e ver os defeitos das pessoas? Quem se sente bem com pessoas que não têm fé no futuro e não confiam em ninguém? Agora, que tipo de pessoa você é. Responda às seguintes questões – você:

  • costuma reclamar ou agradecer mais?
  • Presta mais atenção nos defeitos ou nas qualidades?
  • Sente-se injustiçado ou valorizado no seu trabalho?
  • Sente-se amado ou abandonado?
  • Acredita em uma força maior ou é totalmente cético?
  • Acha que as pessoas estão evoluindo ou regredindo?
  • Tem facilidade em perdoar e confiar?
  • Costuma ficar se comparando aos outros?
  • Tem sonhos, ou a vida o está levando aleatoriamente?

        Nosso mundo precisa de ações e mentes positivas. É daí que vêm a nossa esperança e a nossa fé. Sem a primeira. Sem a primeira não acreditamos em um amanhã melhor. Sem a última, não temos forças para agir e mudar o que precisa ser mudado. As grandes transformações de mundo foram feitas por mentes positivas: Jesus, Buda, Gandhi, entre outros.
  As grandes destruições no mundo foram realizadas por mentes negativas que perderam a fé na humanidade: Hitler, Stalin, Idi Amin Dada.
Tenha coragem e inicie essa transformação em você: comece agindo de modo positivo. Seu pensamento se transformará, assim como sua vida.

Autor: William Woo - 2010