quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vocação (Parte 2)

Vocação: A vida monástica

Os mosteiros foram e continuam a ser um sinal eloquente de comunhão
A Vida Monástica define-se pela escolha de um modo de vida que é ao mesmo tempo marginal e implicitamente crítico em relação à sociedade de consumo. Não é uma fuga, mas um despojar-se de si mesmo para tomar a cruz e seguir o Cristo. A comunidade, “Escola do serviço do Senhor”, reúne-se em torno de um pai, o Abade, sinal de Deus, que é Pai. Na vida comunitária, o monge aprende a arte de perdoar e amar e de permitir que sua personalidade gradualmente se complete com as riquezas dos outros. Este processo de crescimento alimenta-se no diálogo constante, pessoal e comunitário, com Deus , na oração – verdadeira respiração vital da presença do Espírito Santo de Deus. E à oração une-se, naturalmente, o trabalho manual ou intelectual, realizado por todos em espírito de oferenda e como serviço aos homens.

Sendo alguém que busca a Deus, o monge se dispõe a um contínuo e entusiasmado processo de conversão no dia a dia de sua vida comunitária. Ele não foge do mundo, nem o odeia, mas dele se afasta. Renuncia a si mesmo e aos bens que poderia obter para si no mundo, para seguir a Cristo no deserto, lugar de sofrimentos e tentações, mas também de autenticidade e encontro. Assim, colocando-se a certa distância da sociedade, livre de suas convenções e imperativos, o monge entrega-se totalmente ao Cristo. Assume uma caminhada em busca da sabedoria de uma tradição espiritual, que lhe é transmitida por um mestre e uma comunidade. Toda esta caminhada, conduz, pela graça, a uma transformação interior e a um aprofundamento da consciência e da percepção, chegando-se a uma experiência no mais profundo do ser.

A vida do monge é toda alicerçada na fé, por meio da qual ele experimenta constantemente a Morte e a Ressurreição em Cristo, com tudo o que isso implica: despojamento, humildade, paz, serviço, alegria, liberdade. Dentro do Mosteiro, o monge permanece aberto às necessidades dos homens e ao acolhimento. É livre para encontrar e amar a todos. E quer ser, segundo a vontade de Deus, um instrumento de seu Reino.

A Nossa função no Corpo Místico de Cristo - A Igreja

O monge faz sua e participa da missão de Cristo e da Igreja mediante sua doação pessoal a Deus e fidelidade à vida monástica. Seu apostolado está em seu coração orante e purificado, no qual se encontram as alegrias e tristezas de toda a família humana. O mosteiro é sinal silencioso da presença transcendente de Deus entre os homens. É uma profecia da comunhão com Deus a qual Cristo nos convida. “O Reino Deus está no meio de vós” (Lc 17,21). Com sua oração, sustenta, misteriosamente, a missão de toda a Igreja, permanecendo diante do Senhor dia e noite. Usando as célebres e sábias palavras de Paulo VI: "Os mosteiros são como que “os pulmões da Igreja”.

Não realizamos obras de apostolado fora dos muros do mosteiro. No entanto, nossas portas estão sempre abertas para o povo. Aqueles que vêm ao mosteiro são convidados a compartilhar conosco do clima de solidão e silêncio, no qual floresce a lembrança de Deus e a oração pura e contínua. Pela hospitalidade, o mosteiro compartilha o fruto de sua contemplação e trabalho. É uma hospitalidade aberta a todos, sem distinção. “Todos os hóspedes que chegarem ao mosteiro sejam recebidos como o Cristo, pois Ele próprio irá dizer: ‘Fui hóspede e me recebestes’” (rb.53,1).

“Os mosteiros foram e continuam a ser, no coração da Igreja e do mundo, um sinal eloquente de comunhão, lugares para acolher todas as pessoas que estão buscando Deus e as realidades espirituais, escolas de fé e verdadeiros centros de estudos, de diálogo e de cultura para a edificação da vida eclesial e da cidade terrena, à espera da cidade celeste. (...) O monaquismo ocidental, em sua forma atual, inspirado por São Bento, recolhe a herança de tantos homens e mulheres que, renunciando à vida levada no mundo, procuraram a Deus e a ele se dedicaram, ‘sem nada antepor ao amor de Cristo’ (rb.4,21)” (Vita Consecrata, 6). Esta maneira de viver é, para os hóspedes, um sinal profético e escatológico capaz de tocar seus corações e provocar um questionamento positivo, a ponto de gerar uma mudança de vida. A vida monástica é para os homens de hoje uma ‘água viva’ do Cristo, a única que poderá saciar a sede dos homens.

Num mundo no qual o “falar” se tornou algo muito cultivado e o “ouvir”, negligenciado, o mosteiro assume um importante papel no acolhimento das pessoas, que desejam partilhar suas dificuldades, anseios, alegrias e tristezas. Nós nos dispomos a recebê-las para o aconselhamento espiritual, atendimento de confissões ou, simplesmente, para ouvir aquele que precisa falar.


O Mosteiro da Transfiguração, pertencente à Congregação Beneditina de Subiaco, vive sob a Regra de São Bento e foi fundado na diocese de Santo Amaro-SP em 1996 pelo monge Dom Cristiano Collart, OSB (Mosteiro de Mosteiro São João Evangelista fundação de Maredsous - Bélgica), nosso atual Prior. No final de 1999, o mosteiro foi transferido para a diocese de Santo Ângelo na cidade de Santa Rosa.
Maiores informações: http://www.transfiguracao.com.br





Mosteiro da transfiguração
http://www.transfiguracao.com.br

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Vocação (Parte 1)

As profissões de TI que auxiliam na evangelização

Você, quando ouve falar em evangelização e nos principais responsáveis por ela, logo já pensa em padres, diáconos, missionários, entre outros? Bem, você não deixa de ter razão. Mas, podemos mostrar um pouco mais desse cenário.
Profissões que evangelizam    Hoje em dia, a evangelização acontece com a ajuda de meios bem menos usuais do que era costume. A tecnologia ganhou, e continua ganhando, cada vez mais destaque na divulgação do Evangelho. E não estamos falando apenas das ferramentas utilizadas por ela. Também podemos colocar nesse cenário os profissionais dessa área, que se especializaram nesse campo e hoje trabalham em favor da evangelização.
Analista de mídias sociais: é uma das profissões criadas com o advento da web 2.0. Esse profissional precisa intermediar as interações da marca com redes sociais, blogs, fóruns e outras mídias. Além de ser capaz de mensurar campanhas e a presença da marca no mundo virtual, por isso tem papel fundamental na evangelização fazendo uso dos novos meios de comunicação, como a internet e demais meios tecnológicos. Ele é responsável, muitas vezes, por fazer a ligação entre a instituição religiosa e os fiéis. No caso da Canção Nova, eles são responsáveis por interagir nas mídias, como Facebook, Twitter e Tumblr.
Analista de novas tecnologias: esse profissional precisa atualizar-se constantemente, de forma a estar por dentro das novidades do mundo tecnológico e ser capaz de estudar a viabilidade da implementação dessas ferramentas dentro da empresa. Na Canção Nova eles são responsáveis por muitos dos novos recursos dos quais os usuários usufruem. Geralmente, trabalham em parceria com os analistas de mídias sociais e implementam novas ferramentas, principalmente nas mídias.
Produtor de conteúdo: com a crescente quantidade de informação disponível na internet, essa profissão é cada vez mais valorizada no mercado, pois não é mais suficiente apenas haver muita informação; esta precisa ter com qualidade. Produzir conteúdo relevante é a principal tarefa desse profissional. Na Canção Nova ele é responsável pela produção de conteúdo para os vários canais que o Portal CN possui, além de realizar a cobertura de acampamentos, aprofundamentos e eventos da Igreja.
Programador: responsável pelo desenvolvimento de aplicativos e sistemas inteiros. Seu trabalho é essencial na manutenção e atualização de ferramentas corporativas de trabalho. Na Canção Nova, o Departamento de Tecnologia da Informação (TI)  possui três áreas nas quais eles atuam: o Desenvolvimento, setor no qual são produzidos aplicativos para web e desktop. Os Games, setor responsável por utilizar a realidade dos jogos para auxiliar na evangelização. E o mais recente deles é o Mobile, cuja equipe trabalha no desenvolvimento de aplicativos para plataforma mobile (smartphones, tablets, et.c), os trabalhos mais recentes desse setor são os aplicativos Mapa Católico e Rádio CN FM.
A intenção é mostrar que, por mais distintas que as profissões sejam, todas podem exercer papel fundamental na evangelização, cada uma na sua área de atuação. Para que isso ocorra, é essencial a colaboração e cooperação entre as diferentes áreas, pois as mídias, que hoje são responsáveis por informar, possuem grande poder penetração e persuasão, mas precisam de profissionais comprometidos com a missão de propagar o Evangelho de Cristo para que sejam utilizadas de forma correta.

Fonte: www.cancaonova.com   (por Gustavo Souza)

AGOSTO MÊS DAS VOCAÇÕES


Agosto Mês das Vocações 

Abra Os olhos para Amar, ajudar, 

cuidar, proteger.


Celebramos neste mês de agosto o mês das vocações. Celebrar as vocações é nada mais que celebrar a vida; ambas são interligadas, não há como separar a vocação da vida e nem a vida da vocação. A vida é um dom e todos somos chamados à vida e à vocação universal do amor.
De modo especial celebram-se neste mês, o dia dos pais, do padre, do(a) catequista, do religioso(a). São vocações muito importantes para toda a comunidade cristã e para o mundo em geral. E como é lindo e agradável quando cada pessoa vive verdadeiramente com amor a sua vocação. Por isso, ser pai não é só colaborar na geração filhos, mas é repartir com Deus a missão de criar, gerar e proteger a vida. De maneira igual, ser sacerdote é fazer acontecer o grande banquete da vida, o banquete do amor, e assim também ser catequista, religioso, religiosa, é ser uma chama acesa do amor de Deus no meio da humanidade.
Assim, todas as pessoas são chamadas a cumprir uma missão neste mundo. A grandeza de cada vocação consiste na intensidade do amor colocado em cada uma. 

Feliz mês das vocações.

Fonte: www.caminhonovo.org

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pastoral Social

Defeitos: TÊM OS QUE APONTAM E OS QUE CORRIGEM.

Cirurgias gratuitas de lábio leporino e fenda palatina, nos dias 6 e 7 de agosto de 2011, no hospital do fundão. 
   
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ALÔ PESSOAL DA SAÚDE:
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REPASSEM ...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Você sabe o que é Sagrado e o Profano ?

                    “A palavra sacro vem do latim sacrum, é de origem indo-européia e significa: que pertence à divindade – cuja majestade incute um senso de reverência e estupor que participa da potência divina (mesmo se não personificada), e é separado do profano – ordem de realidade e poder que, por natureza ou por destino, é oposta ao profano.”
“O Sacro, retamente entendido, não funda alguma coisa de diferente do profano, mas funda o próprio sentido do profano e revela o fundamento da vida”.
Sagrado significa “separado para Deus”, não é da ordem de todas as coisas, é exclusivamente divino.
Profano nada mais é que “de uso cotidiano”, comum da ordem de todas as coisas, não é exclusivamente divino. Existe um equívoco no que diz respeito ao profano: comumente o entendemos como mundano, sujo, sem dignidade, ilícito. O mundano sim, é ruim, oposto ao santo.
O sagrado é o diferente de mim, é o perfeito, assim como eu sou imperfeito e é essa diferença que faz nascer em mim a necessidade de religar-me a Deus, cujos caminhos são perfeitos, cujos sentimentos são constantes; se o louvar, Ele continuará me amando, se o amaldiçoar, ele me amará da mesma maneira (cf. 2Tm 2,13), grandes são suas obras (Sl 110,2), nele não há sombra ou variação (Tg 1,17), Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre (Hb 13,8), o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira (Ap 3,14).

Quando o Sagrado se manifesta:

1) Nos conduz a um despojamento de nossos esforços pessoais, capacidades, palavra, apegos, posses para confiar no poder, na eficácia da palavra que sai da boca de Deus: “Jesus disse a Simão: Rema lago adentro e joga as redes para pescar. Replicou-lhe Simão: Mestre, labutamos a noite inteira sem nada conseguir” (Lc 5,4).
“Moisés, não te aproximes; tira as sandálias dos pés, pois o lugar que pisas é terreno sagrado” (Ex 3,5).

2)Há uma revelação que se opõe a tudo o que não seja uma realidade ABSOLUTA incondicional, irrestrita, integral, total: “Deus respondeu a Moisés: ‘Sou o que sou’” (Ex 3,14). Ele nos conduz a um ponto fixo Absoluto, um Centro: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6), a permanecer nele: “Permanecei em mim como Eu em vós” (Jo 15,4) e a uma obediência à sua palavra: “Porém, já que o dizes, jogarei as redes” (Lc 5,5b).

3) Manifesta sua glória na adesão à sua palavra e não à palavra do mundo: “Lançou Aarão a sua vara diante de Faraó e diante de seus servos e ela se transformou em cobra. Ora, também os magos do Egito fizeram o mesmo. Mas a vara de Aarão devorou as varas deles” (Ex 7,10-12). “Fizeram isso e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam” (Lc 5,6).

4) Há uma diferenciação entre criador e criatura, limitado e ilimitado, santo e pecador: “Então Moisés cobriu o rosto, porque temia olhar para Deus” (Ex 3,6). “Senhor, afasta-te de mim: eu sou pecador” (Lc 5,8). Na transfiguração, os apóstolos cobriam o rosto; na ressurreição, os guardas fizeram o mesmo. É a realidade dos opostos: “o Mysterium Fascinans” (Mistério Fascinante em latim), o Deus Anawin (Pobre de Iahweh) que se manifesta pequeno e indefeso como uma criança em Belém, que se revela como graça e misericórdia e o Mysterium Tremendum “, do Leão e do Cordeiro que se manifesta como uma tremenda majestade esmagadora de poder – “um poder que quer a alteridade do outro até o ponto de se deixar matar para colher a ressurreição. O poder absoluto se identifica com o sacrifício que comunica vida aos homens e funda sua liberdade. O leão que ruge e o cordeiro que se entrega, o mendigo que bate na porta e que entra como rei e justo juiz, o Todo Poderoso e o misericordioso. Jesus com sua cruz entra em relação com todos sem deixar ninguém à parte. A cruz é relação com o céu e com a terra, com os infernos, com os justos e pecadores, com o ladrão agraciado e com o obstinado, com Maria e com João, com os crucificados da história e com os crucificadores de todos os tempos. O Cordeiro manso e imolado mantém aberta a relação também com aqueles que gostariam de romper. Aquele que não reage e se deixa ferir não é, acaso, sinal, paradoxalmente de uma vontade de comunhão que no fim resulta mais forte do que qualquer violência?”

5) Convida-nos a um sentido de orientação, de unidade e de vida para uma missão de mostrar o Outro aos outros. “Vinde após mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4,19), “Não temas, daqui para frente pescarás homens” (Lc 5,10), “André encontrou primeiramente Simão e lhe disse: Encontramos o Messias” (Jo 1,40).

Sagrado, consagrado, santo implica em pertencer totalmente a um outro.

“Só é possível sair do próprio limite e pertencer totalmente a um Outro, sendo guiado por um ponto externo” ; só guiado por um referencial moral fora de seus limites, o homem se encontrará como homem. As populações arcaicas do hemisfério norte se guiavam a noite pela estrela polar, “a única que permanece imóvel enquanto as outras fazem referência constantemente a ela”.
Como não temos nos fixado neste ponto externo Absoluto nos últimos tempos, caímos na “ditadura do relativismo”, expressão usada por Bento XVI para designar o tormento dos séculos vividos atualmente pelo homem da modernidade.
Podemos enumerar como Absoluto os valores perenes como a Caridade, a amizade, o louvor, a gratidão, a retidão, a Palavra de Deus, a Palavra da Igreja e não a do mundo, os Sacramentos como o Batismo, a Reconciliação, a Eucaristia.
E em minha vida? Onde me tenho fixado? Onde estou ancorado? No que é relativo ou Absoluto?
“Quem tem ouvidos, ouça o que o espírito diz às Igrejas” (Ap 3,22).


Fonte: por Cassiano Azevedo, Missionário Com. de Vida Shalom *
                      Comunidade Católica Shalom

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Somos diferentes. Será que pode dar certo?

A diferença entre nós nos leva a viver a complementaridade

O que você entende por diferente? Tratando-se de um relacionamento, qual é o melhor: Ser igual ou diferente? A meu ver, diferente é melhor.
Pois a própria definição da palavra "diferente" nos mostra a necessidade de sermos "diferentes" para criar um relacionamento, principalmente, a dois. Em um relacionamento precisamos dessa distinção, sermos dois em busca do um, sem nos confundirmos.
O ser desigual, irregular, nos permite viver a complementaridade tão necessária para que o relacionamento aconteça. Por isso costumamos dizer que as coisas casam: a tampa com a panela; o pé com o sapato; a porca e o parafuso, entre outros. Com o ser humano também acontece isso. Precisamos ser diferentes para casar.
É para isso que namoramos e noivamos – a fim de descobrirmos a alegria das diferenças que nos casam e, conseqüentemente, nos levarão ao matrimônio. Portanto, precisamos viver bem cada etapa, valorizando cada descoberta, pois elas serão o sustento contra a monotonia causada pela igualdade. Para nós, tem sido uma descoberta diária de que a diferença entre nós nos leva a viver a complementaridade e nos impulsiona a vivermos melhor.
Percebemos que o próprio Deus, em Seu ato criador, nos criou diferentes: homem e mulher. Cada qual com suas características físicas e psíquicas, as quais precisam ser descobertas e respeitadas para que a cumplicidade aconteça e desmascaremos o egoísmo, o orgulho, a acomodação, a preguiça, a auto-suficiência, etc.

Veja também:
 
 
 
 

Como vimos, a diferença nos faz variáveis, por isso somos capazes de nos render nas mais diversas situações de acordo com a necessidade do outro. Na verdade, não existe uma fórmula para a felicidade em um relacionamento, o que sabemos é que todo homem e mulher vocacionados ao matrimônio encontrarão a pessoa criada por Deus que "case" com ele e com ela. Afinal, cada ser humano é único e, portanto, somos todos diferentes.
Por isso, dizemos: a cabeça pode pensar diferente, mas o coração deve bater junto. Bater junto naquilo que nos sustenta e dá base para o dia-a-dia: os ensinamentos da Palavra de Deus. "O Senhor Deus disse: Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.
E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem. Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne" (Gn 2,18;22;24)
Acredite: o ser diferente é que faz a diferença! Não desanime! Com Jesus, tem jeito!



Cleto e Carla 

Fonte: cancaonova.com