sexta-feira, 14 de junho de 2013

Formação

* Santo Sudário é do primeiro século, SIM! Experimentos científicos confirmam aquilo que a fé nos afirma!

junho 11th, 2013

Rádio Vaticano

O Santo Sudário se formou com uma poderosíssima descarga elétrica e a sua datação encontra novas relevâncias científicas que o colocam na época de Cristo. Esses são os dois dados que emergem da apresentação do estudioso do Lençol Sagrado, professor Giulio Fanti, por ocasião do Congresso Eucarístico Nacional alemão, realizado de 5 a 9 de junho, em Colônia, na Alemanha.

Quais as últimas experiências realizadas sobre o Sudário?
Professor Fanti: “Através do financiamento de algumas escolas fizemos um estudo de datação baseado nas análises RAMAN e IF-TR – que são duas análises específicas de espectrometria e química – e uma análise mecânica “multiparamétrica”. Todas essas análises foram realizadas sobre uma amostra original proveniente do Sudário, após ter determinado uma escala de valores, utilizando uma série de amostras antigas partindo de 3.000 a.C. até os nossos dias. Todas as três datações evidenciaram datas ao redor do século I d.C., e como resultado final, veio fora que a data mais provável do Sudário com uma certeza de 95% é de 33 a.C. Portanto, compreende precisamente a época na qual viveu Jesus Cristo”.


E quais particularidades do Sudário chamaram a sua atenção, o senhor que o estuda há mais de 15 anos muito de perto?
Professor Fanti: “Há uma particularidade que é extremamente importante, e é a da imagem corpórea. A imagem corpórea ainda hoje não é possível reproduzir. Há vários estudiosos de várias entidades mundiais, que estão procurando dar uma explicação de como se formou essa imagem. Eu também, com vários colaboradores, cheguei à hipótese, creio a mais provável, que esta imagem tenha se formada após uma intensa explosão de energia, muito intensa, mas breve. Muito provavelmente, essa explosão de energia é de tipo elétrico, ligada a fortes campos elétricos da ordem de 50 milhões de volts. Quem diz isso é o cientista Igor Bensen, estadunidense, que por primeiro fez análises neste sentido; 50 milhões de volts significa concentrar no mesmo instante 50 raios, essa é a entidade da energia que seria necessária para formar uma imagem semelhante a do Sudário. Eis porque ainda hoje, também em laboratório, não se conseguiu reproduzir algo desse gênero”.

Fonte: Site - Comunidade Católica Shalom

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Fé e Ciência


* Antropólogo americano “constata” benefícios da religião na vida concreta das pessoas que creem!




“Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usam menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros”, afirma T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship with God (”Quando Deus responde: Entendendo a relação dos evangélicos norte-americanos com Deus”, em tradução livre)
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Uma das descobertas científicas “mais impressionantes” sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.
O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes.
A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas.
Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.
O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.
Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.
No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica , você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.
Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.
Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.
Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.
Mas nem todos se beneficiam da” cura simbólica”. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e, no entanto, precisam buscar outros cuidados.
Fonte: The New York Times e reproduzido pelo Portal Uol

terça-feira, 14 de maio de 2013

Por que o ateísmo é tão comum nas universidades?





Antes de a pergunta: “por que o ateísmo é tão comum nas universidades” ser respondida é preciso definir qual o significado da palavra “ateísmo”. Muitas pessoas detém-se na definição etimológica dela, ou seja, a-teísmo quer dizer não-deus. O ateu, portanto, é aquela pessoa que diz que Deus não existe.

Todavia, segundo o Catecismo da Igreja Católica, o ateísmo é algo bastante complexo, com inúmeras facetas. Vejamos:

“Muitos de nossos contemporâneos não percebem de modo algum esta união íntima e vital com Deus, ou explicitamente a rejeitam, a ponto de o ateísmo figurar entre os mais graves problemas do nosso tempo.

O termo ateísmo abrange fenômenos muitos diversos. Uma forma frequente é o materialismo prático,de quem limita suas necessidades e suas ambições ao espaço e ao tempo.

O humanismo ateu considera falsamente que o homem é ’seu próprio fim e o único artífice e demiurgo de sua própria história‘.

Outra forma de ateísmo contemporâneo espera a libertação do homem pela via econômica e social, sendo que a ‘religião, por sua própria natureza, impediria esta libertação, na medida em que, ao estimular a esperança do homem numa quimérica vida futura, o desviaria da construção da cidade terrestre.” (2123-2124)

Como se vê, a definição etimológica não é suficiente, pois o sentido da palavra é muito mais amplo. Coligindo os vários tipos de ateísmo é possível perceber que todos eles terminam numa atitude fundamental: o homem declara-se autônomo, ou seja, não depende mais de Deus para nada.

Adotar a atitude de autonomia perante Deus significa tão somente colocar-se no lugar Dele. Portanto, o que existe não é ateísmo, mas idolatria. O homem que se autodiviniza. Seja o homem individual, seja a coletividade do ser humano que passa a determinar o que é certo e o que é errado.

Muitas pessoas creem que Deus é uma realidade irrelevante para vida, que existindo ou não nada muda na vida de cada um. Mas isso não verdadeiro, pois, se existe um Deus, o homem não se pertence. Se existe um Deus, o homem é para ele. Se Ele é criador, o homem é criatura. Ele é o oleiro, o homem o barro, que deve se deixar modelar por Ele. É o homem que deve se adequar ao plano de seu criador. E, sendo assim, a perspectiva do homem muda completamente.

O início da vida acadêmica marca também o início do conhecimento do liberalismo moral. Estatisticamente já foi comprovado que o público acadêmico é muito mais liberal moralmente que as pessoas que não fazem parte desse ambiente.

E é justamenteo liberalismo moral que faz com que os jovens deslizem na direção do ateísmo. Isso se dá porque o jovem começa a pecar, seja frequentando as chamadas “baladas” ou mesmo seja cometendo pecados sexuais, transgressões diversas. Ora, para um jovem com alguma noção religiosa trazida da família, isto traz conflitos internos. Neste momento, o que acontece é que tanto os professores da Universidade quanto os próprios colegas desse jovem oferecem uma solução mágica para o seu drama de consciência: a relativização do certo e do errado e decretação da autonomia do homem (ateísmo).

Assim, a pessoa é introduzida no relativismo moral, quando não existe uma verdade, mas variantes, de acordo com o entendimento de cada um. Sendo assim, todas as opiniões são válidas. Ousar discordar ou afirmar que existe uma só verdade torna o indivíduo um ditador, pois estará querendo impor a sua própria moral. O indivíduo se torna um imperalista moral!

Este fenômeno é o que o Papa Emérito Bento XVI chamava de “ditadura do relativismo”:

“Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos hodiernos. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades.” (Missa pro eligendo Pontífice, 18/04/2005) [1]

Nesse sentido, o homem toma o lugar de Deus e o campus universitário pode ser comparado com o lugar onde o homem colhe o fruto da árvore proibida, da árvore do bem e do mal e torna-se um homem ‘para além do bem e do mal’[2], numa independência total, na qual se pode afirmar: “eu sou Deus, eu determino o que é o bem, eu determino o que é o mal”. A ideia de haver um criador é absurda, pois é o próprio homem quem tudo define e determina.

O filósofo ateu Friedrich Nietzsche, morto no ano de 1900, é o porta-voz dessa mentalidade que se instalou nas universidades. Em seu livro “Assim falava Zaratrusta”, no capítulo chamado “Ilhas Bem-Aventuradas”, ele profere o seguinte aforismo: “Meus irmãos, eu irei abrir-vos claramente a minha consciência: se existissem deuses, como suportaria eu não ser um deus? Logo, os deuses não existem.”

Ora, esse raciocínio de Nietzsche não tem nada de científico, é uma falácia total. É algo que não se sustenta, mas, infelizmente, convence interiormente quem vive o drama de sua consciência. Então, se o jovem sente o peso de sua consciência é muito mais difícil ir a um confessionário e fazer o propósito de emendar-se. Mais fácil é, com uma canetada, tirar Deus da lista e atribuir aqueles sentimentos a uma educação retrógrada, conservadora, ultrapassada. Os tempos são outros, modernos, o pecado é coisa de antigamente, agora, cada geração, cada sociedade determina o que é bem, o que é mal. Melhor ainda, cada pessoa pode fazer a sua própria lei, de acordo com as suas próprias convicções e vontades. Tudo é relativo. Sendo assim, o homem se torna deus, se coloca no lugar de Deus.

É por isso que nas universidades o que se tem não é um crescente ateísmo, mas sim, uma crescente idolatria. Elas são especialistas, em seu ambiente, em amordaçar a voz da consciência, inserindo os jovens na chamada “ditadura do relativismo”. O preço que se paga por isso é muito alto, pois as pessoas, ao se declararem autônomas, independentes de Deus imaginam que se tornam livres. Mas, não é isso que acontece, pelo contrário, elas se tornam escravas da tristeza, do vazio, do pecado. No ambiente universitário não é diferente.

A virtude, por sua vez, não vicia. Jamais se ouvirá dizer que alguém está viciado na generosidade, já na avareza sim. Uma pessoa não é viciada na castidade, mas na luxúria, no sexo desregrado, sim. Outra não pode ser viciada na sobriedade, mas na droga, no álcool, sim. Portanto, o homem, ao querer se libertar de Deus, escraviza-se, descendo abaixo de sua própria natureza.

Deus não dificulta a autonomia humana, pelo contrário, Ele liberta. “A verdade vos libertará”, disse Jesus Cristo. Os ambientes universitários deveriam ser lugares em que se busca a Verdade e ela, ao ser encontrada, deveria transformar a todos em pessoas que se põe a serviço do conhecimento e da ciência. Esta deveria ser a vocação de todo universitário. 

Padre Paulo Ricardo

Fonte: Comunidade Católica Shalom

A Criatividade a serviço da evangelização


Skype e “best practice”: exemplos para uso pastoral


Por Jorge Henrique Mújica
Ele se chama Eric Whitacre e em 2010, alcançou um feito até agora jamais realizado:reunir um coro de 185 cantores de 12 países diferentes. Narrando assim, não tem muita novidade. A façanha foi a de que o coro era virtual e o meio utilizado foi o Skype. Os mais de 3.000 vídeos que estão no Youtube marcam a proeza que, em 2012, conseguiu reunir, desde seus próprios computadores, 3746 cantores originários de mais de 70 países. Um dos mais recentes desafios foi um concerto ao vivo pela web (http://www.ted.com/talks/eric_whitacre_virtual_choir_live.html )

As possibilidades oferecidas pelas diferentes plataformas nas redes sociais estão abertas ao talento de quem deseja aproveitá-las com suas próprias idéias. O caso de Eric é emblemático, mas no âmbito católico também surgem algumas iniciativas que conseguem explorar o Skype a partir de uma perspectiva pastoral.
“Here2Pray International» (http://here2pray.com/ ) nasceu em maio de 2011, no México. É uma comunidade de jovens que rezam o Rosário diariamente usando o Skype (sistema gratuito de conferência). Todos os dias, às 22:00 horas (horário do México), dezenas de jovens de diferentes países se conectam para rezar aproveitando esta ferramenta. A recitação do Rosário é seguida de uma reflexão evangélica com uma breve pregação e termina com duas canções de adoração ao Senhor.

Se o fiel não pode ir ao pregador, por que não trazê-lo por meio do Skype?
Foi também em 2011 que um leigo australiano, ao constatar o vazio de formação em torno da pastoral destinada a jovens adultos, se deu o trabalho de levar até a Austrália sacerdotes que poderiam satisfazer essa necessidade. Mas convidar um orador para viajar de um país ao outro, inclusive para a Austrália, implicaria muito trabalho e investimento financeiro. Foi então que pensou: por que não trazer o público para ouvir o pregador? E assim nasceram as sessões de formação via Skype, uma mistura de talentos on-line, como definido pelo próprio Andrew Devereux.

“O evento começa com uma oração e quando os convidados estão sentados só percebem uma vela reluzindo em uma pequena imagem da Virgem de Guadalupe, e é quando o orador, por sua vez, chama pelo Skype e faz sua aparição na tela”, explica Andrew. Depois disso, os hóspedes podem desfrutar de uma pizza caseira feita por Angela, esposa de Andrew, e uma garrafa de vinho tinto, para facilitar a “discussão do tema”, diz Andrew.

Em março de 2012 começaram algumas sessões regulares de formação oferecidas por sacerdotes que trabalham na Polônia, Irlanda e Estados Unidos. E, embora não seja uma bilocação, os esforços através do Skype proporcionam a formação de jovens casais australianos. Certamente a fé e a espiritualidade são temas importantes nessas reuniões, mas não são únicos. Os convidados são palestrantes de diferentes realidades culturais para que o público se motive a usar seus talentos para a arte e a cultura, bem como para o crescimento espiritual e para fomentar a evangelização.
“Poderíamos dizer que é uma reminiscência das primeiras comunidades cristãs”, diz Andrew. “E, ainda que são Pedro e são Paulo não tenham utilizado a tecnologia que temos hoje, é possível recriar a mesma intimidade para maximizar os efeitos que o Espírito Santo quer fazer através de nós, os seus instrumentos”.

Na Mensagem para o Dia Mundial para as Comunicações Sociais 2013 Bento XVI recordou que “Na realidade, muitas pessoas estão a descobrir – graças precisamente a um contacto inicial feito on line –a importância do encontro directo, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé.  Como se pode notar, com um pouco de criatividade, Skype também oferece possibilidades.


Fonte: Comunidade Católica Shalom

domingo, 31 de março de 2013

Depois do YOUCAT, chegou o DOCAT.


Gauduim Press

Após o YOUCAT, a agenda YOUCAT, o YOUCAT orações, o “YOUCAT – Curso para o Crisma”, todos publicados com grande sucesso, agora está sendo preparado  o DOCAT
docat.jpg
Utilizando uma linguagem jovem o DOCAT descreverá em 12 capítulos a Doutrina Social da Igreja Católica e seu impacto nas áreas de trabalho, negócios, política, meio ambiente e paz.
De acordo com Bonacker Marco, colaborador do projeto, teólogo e Doutor em Ciências Sociais, “essa nova ferramenta também será baseada em perguntas e respostas, para que o jovem compreenda e se aproxime do que a Igreja ensina em sua Doutrina Social”.
A obra conta com a colaboração e orientação do Cardeal Arcebispo de Munique, Dom Reinhard Marx e do especialista em assuntos sociais e político, Norbert Blüm.
Seguindo os passos e propostas da Nova Evangelização, o DOCAT, pretende recordar aos jovens que sua principal tarefa enquanto cristãos em todo o mundo é também encher de Fé, Esperança e Caridade, os espaços, que pouco foram sendo instrumentalizados, esvaziados de sentido e dignidade.

Mais uma!


“Igreja dos games”

março 31st, 2013
Folha de São Paulo

Imagine um local apinhado de telões, consoles de videogame e algumas dezenas de computadores potentes, prontos para rodar no máximo qualquer jogo de última geração.
Poderia ser uma sala de uma feira de games ou um espaço dentro de uma grande produtor, mas você acabou de ler a descrição de uma igreja.
“Nada de leituras extensas da Bíblia ou confissões e penitências. Apenas queremos reunir fãs de games sob a palavra de Jesus” diz a descrição da Game Church, a “Igreja dos Games”, que tem um estande montado na PAX East, feira de jogos eletrônicos que acontece em Boston (EUA)
Nossas salas parecem saídas dos filmes ‘Blade Runner: o Caçador de Androides’ ou ‘O Vingador do Futuro’”, diz o panfleto da igreja.
“Espere, mas eu posso ser cristão e matar zumbis, ou atirar em alguém? Isso não é hipócrita? Nós somos hipócritas. Todo ser humano é. Mas os videogames não são o problema” diz Mike e Bridges, fundador da Game Church. Este e outros temas, como sexo, amor e vício são abordados nos encontros.
A única sede da Game Church está na cidade praiana de Ventura, no estado da Califórnia, a cerca de 1h de Los Angeles. Mas Bridges quer levar a palavra de Jesus para jogadores de todo o país e, quem sabe, de todo o mundo.
“Ele ama os gamers! Eu acredito que Jesus jogaria comigo no “World of Warcraft” se vivesse hoje”, completa Bridges.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Hoje Deus me visitou...


Hoje tirei um momento de descanso após o almoço, as vezes o dia é um pouco corrido, são tantos afazeres...  trabalhar com responsabilidade, procurar dar atenção devida as pessoas que Deus coloca em nosso caminho, e eu dou graças a Ele por isso. Mas as vezes eu me pergunto, será que eu não estou perdendo a sensibilidade de sentir Deus na minha vida? As vezes vivemos como um garçom, só servindo os irmãos, não que isso seja ruim, de maneira alguma, mas vamos entrar neste movimento da profissão muito honrosa de garçom: Será que o garçom tem tempo ou oportunidade de provar os deliciosos e caros pratos que ele serve para os clientes? Foi assim que eu estava me sentindo, sei que luto para oferecer aos meus irmãos o melhor que é JESUS, seja num sorriso, num abraço, num bom dia... mesmo sabendo que sou um pobre pecador. É nessa hora que descubro que a experiência inevitável de sofrer ausências mostra o quanto eu sou necessitado Dele. E Deus mais uma vez me presenteou com vozes de crianças, acordou-me com uma mensagem de páscoa em um programa (TV Boas Novas) e descubro que é nisso que mora o encanto da ausência, Deus sabe a fome que tenho, eu só me esqueci que é Ele que prepara a palavra, o alimento para servir aos irmãos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor que eu tenho para DEUS.


Obrigado meus DEUS por tudo!!!

Curta o que Deus preparou para mim e ofereço aos meus irmãos, 
FELIZ PÁSCOA, Jesus Ressuscitou!!!

  
“Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais,
porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas.
Em verdade vos declaro: quem não receber
o Reino de Deus como uma criancinha, nele não entrará.” (Lc 18, 16-17)