domingo, 30 de julho de 2017

Você Sabia? (Parte 5)

DURANTE A SEMANA VOU POSTAR 

ALGUNS DOS 10 MITOS 

SOBRE A VIDA LONGA.


VOCÊ QUE ESPEROU ATÉ AGORA,
VAI FICAR SURPRESO COM O
MITO...



Para pensarmos:

“Deus é como a fonte, da qual cada um tira,
segundo a capacidade do balde que leva"
(São João da Cruz)

Gostou???

Deixe seu comentário no BLOG.

sábado, 1 de julho de 2017

Você Sabia? (Parte 4)

DURANTE A SEMANA VOU POSTAR 

ALGUNS DOS 10 MITOS 

SOBRE A VIDA LONGA.

 

MITOS



Gostou???

Deixe seu comentário no BLOG.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Você sabia? (Parte 3)

DURANTE A SEMANA VOU POSTAR 
ALGUNS DOS 10 MITOS 
SOBRE A VIDA LONGA.


MITO


Gostou???
Deixe seu comentário no BLOG.

Fonte: Revista Veja

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Você sabia? (Parte 2)

DURANTE A SEMANA VOU POSTAR 
ALGUNS DOS 10 MITOS 
SOBRE A VIDA LONGA.
MITOS

Gostou???
Deixe seu comentário no BLOG.

Fonte: Revista Veja

domingo, 4 de junho de 2017

Você sabia? (Parte 1)

DURANTE A SEMANA VOU POSTAR 
ALGUNS DOS 10 MITOS 
SOBRE A VIDA LONGA.



MITO


Gostou???
Deixe seu comentário no BLOG.

Cotidiano.

Como o WhatsApp está 

nos tornando grosseiros.


smartphone

A cena é familiar. Estamos em uma refeição em família, ou um almoço de negócios, e todos estão verificando suas notificações, respondendo mensagens e constantemente usando seu telefone celular – e, normalmente, a maioria está usando o WhatsApp.
O professor e jornalista Fernando Martínez Vallvey é professor de Comunicação na Pontifícia Universidade de Salamanca, Espanha (www.upsa.es), e especialista em jornalismo digital. Ele nos fala sobre a relação entre grosseria e este novo elemento em nossas vidas chamado WhatsApp.
Vício do instantâneo?
A comunicação é uma parte muito importante da vida das pessoas: é uma necessidade vital. Precisamos nos comunicar com outras pessoas para fins práticos, como trabalhar, fazer lição de casa ou brincar com outras pessoas; também é essencial para lidar com assuntos imateriais, espirituais ou transcendentes como o amor, a arte etc. A comunicação nos permite dar aos outros sem perder; a comunicação com os outros nos ajuda a resolver problemas, torna a nossa vida mais fácil e nos proporciona companheirismo. A comunicação é um dom, e uma maneira de nos completar como indivíduos, complementando nossas personalidades, em nossas vidas do dia a dia.
Com base nesse fato, podemos ver que qualquer forma de comunicação que atenda constantemente a essas necessidades será bem recebida pela maioria das pessoas. É fantástico saber a localização de uma pessoa que vamos buscar; lembrar alguém de uma tarefa que eles têm que fazer; ou enviar uma mensagem romântica – e tudo isso facilmente, rapidamente e de graça.
Isso atinge o status de uma obsessão quando você se sente vazio e como se estivesse perdendo algo se já faz algum tempo desde que você recebeu uma notificação em seu telefone. É quando a comunicação, que é uma coisa boa, torna-se perigosa. Nos sentimos vazios. Poderíamos comparar isso com comer compulsivamente. Comer é bom: precisamos comer para ter energia para fazer o trabalho físico e viver; mas se comemos mais do que precisamos… É quando os problemas começam. Cada pessoa deve buscar o equilíbrio entre seu bem-estar interior (sua capacidade de se sentir em paz consigo mesmo) e sua relação com os outros. Por que essa forma de comunicação é viciante? Porque não custa nada e dá muito.
Constantemente usando o WhatsApp e as redes sociais à mesa, no transporte público, no cinema… Está tornando as pessoas grosseiras?
É verdade que há ocasiões em que estamos dando tanta atenção aos nossos telefones celulares que nem sequer estamos conscientes que estamos sendo grosseiros; por exemplo, podemos não pedir perdão quando incomodamos alguém que está sentado ao nosso lado no transporte público, ou talvez não saibamos cumprimentar alguém que conhecemos quando passamos na rua. É mais grave quando a forma como nos comunicamos usando o nosso telefone é um incômodo para outras pessoas. Claro, o que essa obsessão faz é nos tornar menos atentos ao que acontece à nossa volta. Perdemos o contato com o que está acontecendo na frente de nós, porque estamos focados no que está acontecendo longe. Isto tem algumas de suas piores consequências quando, por exemplo, uma refeição compartilhada é constantemente interrompida e a conversa entre as pessoas ao redor da mesa é impedida porque alguém está constantemente conversando com outras pessoas que estão fisicamente ausentes. Outra forma de grosseria se manifesta nas salas de aula, quando os alunos nunca param de olhar para suas telas, e não prestam atenção ao que seu professor ou colega de turma está dizendo.
WhatsApp e escrita: estamos indo de mal a pior?
Comunicação por WhatsApp é muito semelhante à comunicação oral; Consequentemente, as pessoas tendem a não colocar muito esforço na forma como elas escrevem. Problemas básicos surgem devido a uma falta de pontuação correta. Por exemplo, muitas pessoas não usam uma vírgula para separar os nomes das pessoas que estão falando com o resto da frase; em outros casos, eles não usam vírgulas ou períodos e o destinatário da mensagem tem que ler o texto várias vezes para entendê-lo corretamente – e se eles não fizerem esse esforço, pode haver um problema real e prático na sua comunicação. No que diz respeito a ortografia, há menos problemas do que o que costumava acontecer com SMS, porque agora não há limite para o número de caracteres que podemos usar, e agora temos autocorreção. No entanto, alguém que não sabe soletrar ainda comete erros no WhatsApp, no papel, ou na página de alguém no Facebook.
Algum tipo de guia ou manual de maneiras ao usar o WhatsApp será criado, explicando a maneira correta de usá-lo na escola, no trabalho, em diferentes momentos do dia…?
Eu não sei se isso vai acontecer, embora eu seja a favor de todos nós colocarmos alguns limites em certas coisas, como fazemos em outras áreas da vida (como comer compulsivamente, como já mencionado). Muitos problemas surgem na comunicação. Famílias que almoçam na frente da televisão, por exemplo; isso também é um problema. Se a sua família quer se comunicar uns com os outros, falar sobre o que aconteceu durante o dia, ou naquela manhã… simplesmente não ligue a televisão. No que diz respeito às diretrizes, talvez devêssemos pensar em termos gerais sobre como podemos ser mais educados com os outros: prestar atenção quando estamos juntos, arrumar tempo para ajudá-los, não se fechar dos outros em nosso próprio pequeno mundo… Normas de boas maneiras nos dão muitos princípios que devemos aplicar todos os dias, em vários momentos e em muitas áreas da vida. A violência doméstica, por exemplo. Uma pessoa bem-educada sabe que devemos respeitar os outros: especialmente, aqueles que amamos. Consequentemente, não podemos atingi-los fisicamente, nem prejudicá-los psicologicamente. Se todos praticarmos melhores maneiras em todas as áreas da vida, faremos o mesmo com relação ao uso de nossos celulares.
Portanto, até que ponto a maneira como eu uso meu telefone constitui grosseria para com os outros, incomodando-os em um momento ou outro? Essa é a pergunta que devemos fazer a todos nós mesmos para começar a estabelecer um padrão para as maneiras, como devemos fazer em todas as áreas da vida.
Fonte: Miriam Diez Bosch

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Papo Jovem.

A importância da religião na adolescência.


web3-teenager-guys-walking-influence-jason-osborne-shutterstock

Uma característica marcante dessa fase é a necessidade do indivíduo de fazer parte de um grupo

Adolescência é o nome dado à etapa do desenvolvimento humano que se situa entre a infância e a fase adulta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essa fase ocorre entre 10 e 19 anos de idade, e é um período marcado por diversas transformações corporais, hormonais e comportamentais.
A puberdade marca o início da adolescência, e é caracterizada por mudanças hormonais no corpo dos meninos e meninas e consequentes transformações físicas e biológicas. Durante a puberdade, surgem nos meninos os pelos, inicia-se o engrossamento da voz, o crescimento e o desenvolvimento muscular e dos órgãos genitais; nas meninas, as mudanças mais importantes são o começo da menstruação e o desenvolvimento das mamas e dos órgãos genitais.
Além das mudanças corporais, os hormônios e as transformações da autoimagem influenciam no comportamento e no humor dos adolescentes. Uma característica marcante dessa fase é a necessidade do indivíduo de fazer parte de um grupo: as amizades e a socialização são importantíssimas e muitos dos problemas e angústias que eles sofrem, decorre dessa necessidade de se sentir parte de um grupo.
Para fazer parte de um grupo, no entanto, o adolescente passa a escolher um modelo específico de roupa, a ouvir um estilo musical (por ex.: rock ou pop), e, para desespero de alguns pais, decide fazer tatuagens. Além disso, não é incomum que os adolescentes experimentem álcool e drogas ilícitas a fim de parecerem mais “legais” aos amigos.
Consequentemente, nessa necessidade de socialização, o contato com pais e familiares, aos poucos, vai sendo substituído por pessoas externas, porém, apesar desse distanciamento, a família ainda tem papel importante no processo de formação da personalidade. Por isso, é necessário que um canal de diálogo esteja sempre aberto entre o adolescente e os pais. Vale ressaltar que valores familiares ensinados desde a infância influenciarão diretamente na construção da identidade do rapaz ou da moça e isso irá refletir na sua personalidade futura, nas suas escolhas e tomadas de decisões.
Dentre os valores familiares, devem-se incluir fundamentos religiosos. Estudos demonstram que os adolescentes com maior religiosidade apresentam comportamentos mais saudáveis, além de melhores índices de saúde física e mental, em comparação com aqueles que não são religiosos. Em 2006, o Journal of Adolescent Health publicou um artigo avaliando o resultado de diversas pesquisas que estudaram o tema e os dados encontrados foram surpreendentes.
No âmbito comportamental, os de maiores vínculos religiosos se expuseram a menores situações de risco, como, por exemplo, menores índices de consumo de álcool e de uso de maconha. No campo da saúde mental, os resultados se mostraram ainda mais interessantes: a religião, ao fornecer uma compreensão e significado na vida dos adolescentes, estava diretamente associada a níveis mais baixos de sintomas depressivos, além de estar conexa com menor risco de suicídio.
Esse mesmo resultado também se observou quando o adolescente considerava a si mesmo como religiosos e fazia parte ou obtinha apoio de sua comunidade religiosa. No âmbito da saúde física, os estudos demonstraram vários aspectos positivos da religiosidade, nos casos de doenças crônicas que exigem adesão ao tratamento, como, por exemplo, a asma os adolescentes de fé, atendiam às recomendações médicas com maior precisão e, com isso, obtinham melhores controle das doenças.
Nos casos de moléstias graves, como o câncer, a religiosidade se mostrou um instrumento auxiliar no enfrentamento da doença, sendo que a religião serviu para “dar sentido” a uma situação difícil ou para fornecer “enfrentamento construtivo” à doença.
Dessa forma podemos concluir que os pais, devem ter a certeza de que estão corretos em oferecer aos filhos a educação religiosa. Nunca devem acreditar que é melhor esperar eles crescerem para aí “decidirem por si” a religião a seguir. Ao privar a criança da espiritualidade, perde-se a oportunidade única de se plantar fundamentos e valores que farão muita diferença na qualidade de vida dos filhos.
Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.


Fonte: comshalom.org