terça-feira, 20 de maio de 2014

O matemático de Deus

* Você conhece Carl Gauss, o matemático de Deus?

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“Pouca ciência afasta de Deus, mas muita ciência reconduz a Ele”, disseram pensadores do calibre de Bacon, Boyle e Pasteur.
 
Um artigo do jornal italiano Il Foglio ( 17 de Março) nos ajuda a conhecer a vida religiosa de Carl Friedrich Gauss, matemático de primeira grandeza que estudou e ensinou naquele vivo foco de pensamento científico que foi a Universidade de Göttingen, na Alemanha.

O genial matemático, que, para muitos, é o maior da modernidade, entre os séculos XVIII e XIX, tinha uma clara convicção de que “existe neste mundo uma alegria da mente que encontra satisfação na ciência e uma alegria do coração que se expressa principalmente nos esforços do homem para iluminar as preocupações e os pesares um do outro.Mas se o plano do Ser Supremo é criar seres em planetas diversos e conceder-lhes desfrutar de 80 ou 90 anos de existência, esse plano seria bastante cruel. Se a alma vive 80 anos ou 80 milhões de anos e um certo dia tem que perecer, esta vida é então um puro adiamento do patíbulo. Não contaria nada. Somos levados, por isso, à conclusão de que, para além deste mundo material, existe outro, puramente espiritual …” .
Seu amigo, colega e biógrafo Wolfgang Sartorius von Waltershausen nos conta: “Esta convicção divina foi alimento e bebida para o espírito dele até aquela meia-noite silenciosa em que os seus olhos se fecharam”.
 
Sabemos que Gauss via na matemática uma ferramenta para ler o plano divino da criação, mas ele também sabia quais eram os limites do conhecimento humano. Sartorius relata que, em certa ocasião, ouviu-o dizer: “Para mim, dá na mesma se Saturno tem cinco ou sete luas. Existe alguma coisa mais elevada no mundo”.

Outro biógrafo, Dunnigton, recorda mais uma frase de Gauss: “Há perguntas cujas respostas, para mim, têm um valor infinitamente maior do que a matemática; por exemplo, as perguntas relativas à ética, ou à nossa relação com Deus, o nosso destino e o nosso futuro. Mas a solução delas permanece inatingível, acima de nós, fora da área de competência da ciência”.
 
Em busca da resposta, todas as noites, Gauss lia o Evangelho, testemunhando que a fé e a ciência não apenas concordam, mas se apoiam mutuamente.

Fonte: Aleteia

FÉ E CIÊNCIA - 3


* Seria a criação do universo obra “do nada”?


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O mundo da Astronomia e da astrofísica foi abalado no mês passado (março de 2014) com o fantástico anúncio de que cientistas americanos (John kovac e sua equipe) detectaram a  confirmação da expansão violenta do Universo (chamada de Big Bang). Esta expansão ou “inflação cósmica” foi um processo que aconteceu no primeiro trilionésimo de trilionésimo de trilionésimo de segundo (1: 1.10-36) após o nascimento do cosmos.
Os astrônomos detectaram marcas deixas pelas “ondas gravitacionais” na “radiação cósmica de fundo” (um campo eletromagnético) – ambas geradas pela inflação cósmica – , o que comprova o Big Bang, previsto a primeira vez pelo Padre católico e astrofísico, jesuíta, belga, George Lamaitre.
A inflação cósmica gerou duas perturbações: as ondas gravitacionais e as ondas de densidade que criaram áreas com temperaturas diferentes na radiação de fundo.
O que existia antes do Big Bang? Um ponto com energia e massa infinitas que os astrônomos chamam de “singularidade”. Para eles, as leis da natureza, incluindo a do tempo, ainda não haviam sido criadas. Esta inflação cósmica, abrupta, se deu a partir de um ponto com raio de um bilionésimo (1:10-9) de um próton. Até 3 minutos, os prótons e neutros se fundiram e criaram os primeiros núcleos atômicos. Neste período foram definidas as Leis Naturais, que vão comandar todo o processo até o fim dos tempos. Esses núcleos atômicos atraíram os elétrons livres e assim foram criados os átomos.  A radiação cósmica de fundo  e os fótons passaram a emitir luz. É o que o livro do Gênesis narra: “Deus disse: faça-se a luz (“fiat lux”). E a luz foi feita”.
Em seguida a gravidade condensou nuvens de poeira e gás, criando as estrelas. Tudo isso se deu a 13,8 bilhões de anos. Há 4,6 bilhões de anos surgiu o nosso Sistema Solar. Há 27 000 anos a terra já existia mas estava coberta de gelo; pois passava por um período glacial severo.  Quem fez tudo isso?
É claro que só Deus poderia ter gerado tudo isso.
  • Agora (09/04/2014), três físicos da Academia Chinesa de Ciências, Dongshan He, Dongfeng Gao e Qing-yu Cai, num artigo recém-publicado na rigorosa revista científica “Physical Review D”, disseram que o cosmos inteiro, tudo que existe, “teria nascido do nada”. Eles afirmaram: “Neste trabalho, nós apresentamos esta prova, baseados nas soluções analíticas da equação de Wheeler-DeWitt”. O título do trabalho é “Criação espontânea do Universo a partir do nada”. “http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2014/04/09/universo-veio-do-nada-dizem-fisicos/
Esse “espontânea”, certamente foi colocado com o objetivo de retirar a ação Deus na obra da criação do universo. Mas a Igreja sempre afirmou que para tirar algo do nada é preciso “um poder infinito” que só Deus onipotente, tem. Então, mesmo sem querer, os físicos chineses estão comprovando o que a Igreja afirma no Catecismo, quando diz que:
            “Cremos que Deus não precisa de nada preexistente nem de nenhuma ajuda para criar. A criação também não é uma emanação necessária da substância divina. Deus cria livremente “do nada” (§296).
            São Teófilo de Antioquia já perguntava:
“Que haveria de extraordinário se Deus tivesse tirado o mundo de uma matéria preexistente? Um artífice humano, quando se lhe dá um material, faz dele tudo o que quiser. Ao passo que o poder de Deus se mostra precisamente quando parte do nada para fazer tudo o que quer”. (Ad Autolicum II, 4: PG 6, 1052s).
A mãe dos sete filhos macabeus, martirizados por Antíoco Epífanes,  ao encorajá-los  ao martírio, lhes diz: “Foi o Criador do mundo que formou o homem em seu nascimento e deu origem a todas as coisas… Eu te suplico, meu filho, contempla o céu e a terra e observa tudo o que neles existe. Reconhece que não foi de coisas existentes que Deus os fez, e que também o gênero humano surgiu da mesma forma (2Mc 7,22-23.28).
            A Carta aos hebreus diz que: “Foi pela fé que compreendemos que os mundos foram formados por uma palavra de Deus. Por isso é que o mundo visível não tem sua origem em coisas manifestas” (Hb 11,3).
“No princípio, Deus criou o céu e a terra” (Gn 1,1).
O verbo “criar” – em hebraico, ”bara” sempre tem como sujeito Deus, e se refere a “tirar algo do nada”.
            O Novo Testamento revela que Deus criou tudo por meio do Verbo Eterno, seu Filho bem-amado. Nele “foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra… tudo foi criado por Ele e para Ele é antes de tudo e tudo nele subsiste” (Cl 1,16-17). “No princípio era o Verbo… e o Verbo era Deus… Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito” (Jo 1,1-3).
“O mundo foi criado para a glória de Deus” (§293). “Tudo o que criastes proclama o vosso louvor”, “o céu e a terra proclamam a vossa glória”, reza a Liturgia. São Tomás de Aquino diz que: “Aberta a mão pela chave do amor, as criaturas surgiram”. (§293)
A Igreja ensina que a meta de toda a criação é o homem: Fazer de nós “filhos adotivos por Jesus Cristo: conforme o beneplácito de sua vontade para louvor à glória da sua graça” (Ef 1,5-6): “Pois a glória de Deus é o homem vivo, e a vida do homem é a visão de Deus”, dizia Santo Irineu de Lião. A criação está dirigida ao homem, imagem de Deus” (§299).
            A Igreja ensina que “O mundo não é o produto de uma necessidade qualquer, de um destino cego ou do acaso. Cremos que o mundo procede da vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas participarem de seu ser, de sua sabedoria e de sua bondade (§295).
 ”Pois tu criaste todas as coisas; por tua vontade é que elas existiam e foram criadas” (Ap 4,11). “Quão numerosas são as tuas obras, Senhor, e todas fizeste com sabedoria!” (Sl 104,24). “O Senhor é bom para todos, compassivo com todas as suas obras” (Sl 145,9).
Que beleza e que alegria! Mais uma vez a ciência vem mostrar que “Deus criou tudo do nada”, com amor, sabedoria, poder e bondade: “Tu dispuseste tudo com medida, número e peso” (Sb 11,20).
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Autor: Prof. Dr. Felipe Aquino 
Fonte: www.comshalom.org

segunda-feira, 24 de março de 2014

Fé e Ciência buscam a VERDADE...



...por caminhos diferentes.

O diálogo entre ciência e  é possível? Elas se complementam? Existem pontos de encontro e desencontro? O sacerdote Luis Gahona Fraga fala sobre este tema no programa “Últimas Perguntas”, de RTVE: “É difícil colocar a física e a  em relação, porque elas tratam de objetos diferentes – explica. Ambas buscam a verdade, mas por caminhos diversos”.


Durante a entrevista, Fraga explicou como as ciências experimentais (nascidas nos séculos XVI e XVII) “têm uma maneira de estudar o mundo de forma especial, que consiste em combinar a experimentação com teorias racionais e matemáticas”; esta combinação, afirma, “funciona muito bem, mas não se pode conhecer Deus assim”.

Conhecemos Deus por meio da filosofia e da , da Revelação”, explica o sacerdote, que defende que o aspecto racionalizável desta crença, o que propicia “o ponto de união entre  e ciência.
Dentro desta racionabilidade, Fraga explica os pressupostos da inteligibilidade da natureza, questões que o cientista busca entender: de onde vem esta inteligibilidade? Por que podemos encontrar leis no mundo físico?
Para Fraga, “é aí que o cientista se faz a pergunta sobre Deus, e Deus não pode ser demonstrado com as ciências experimentais, mas sim com outra fonte de conhecimento, que é a filosofia”.
Segundo esta união de perguntas, a ciência descobriria características deste mundo que remetem a Deus, e mostra que cada ser tem um índice metafísico que é como uma digital que nos fala de Deus.
“Esta digital é descoberta pela ciência; que ela venha de Deus já é fruto de um raciocínio que vai além do método científico”, comenta o sacerdote, que é professor do Instituto Teológico San Ildefonso de Toledo (Espanha) e físico pela Universidade de Harvard.
Entraríamos então no que Fraga chama de “inteligência inconsciente”. “Chama a atenção que o universo esteja tão bem feito com elementos tão simples, que leva os cientistas a se perguntarem se não haveria uma inteligência inconsciente que explique o que a ciência descobre neste mundo material”, afirma.
Fraga destaca que o universo não é só matéria. Superando os preconceitos de uma mentalidade herdada do materialismo do século XIX, o professor de teologia mostra que “a cosmovisão do mundo atual favorece objetivamente o diálogo com a “; e afirma que há temas que vão além da ciência: “o tema da criação, a essência das coisas, a dignidade do ser humano, a alma espiritual, a liberdade”.
“A Igreja está aberta ao diálogo com o mundo das ciências – explica – porque é próprio da  cristã buscar uma racionalidade na “; e defende o ponto de união entre  e ciência dentro da filosofia, que “chega a uma visão de mundo baseada em dados da ciência, mas que ao mesmo tempo é compatível com a existência do Criador”.
Na união entre  e ciência, há tanto pressupostos intelectuais como éticos, e Fraga defende sua existência.
“O cientista tem um impressionante anseio por saber, mas há certos limites, que ele não deve ultrapassar. Seu limite é a dignidade humana”, alerta.
“O segredo está em distinguir que o ser humano tem uma dignidade e que esta dignidade é um limite absoluto. Do contrário, caímos em erros do passado, e a ciência pode levar aos maiores pesadelos da humanidade”, concluiu.
Fonte: www.comshalom.org

Fé e Ciência - 2



”O Observatório do Vaticano é como a Enterprise da série Star Trek”


Jornal La Repubblica.


O jesuíta José Gabriel Funes (foto), diretor do observatório astronômico e centro de pesquisa científica da Igreja, escreve no L’Osservatore Romano: “Eu sou um trekkie [fã da série Star Trek]. A nossa missão é a de ir longe, rumo à periferia mais distante, à fronteira final”.
Coirmão e compatriota do papa, o jesuíta José Gabriel Funes, astrônomo e diretor da Specola Vaticana, o Observatório do Vaticano, faz parte da geração que cresceu assistindo a Star Trek, a série original, à tarde, depois de fazer o tema de casa para a escola. “Eu posso dizer”, escreve ele no L’Osservatore Romano, “que eu sou um trekkie, mais do que fã de Star Wars“.
Recordando no seu editorial o convite que Francisco dirigiu aos jesuítas, e a toda a Igreja, de frequentar as periferias, o cientista e religioso cita as míticas palavras da antiga série de TV: “Espaço: a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise. Prosseguindo em sua missão de explorar novos mundos, procurar novas formas de vida e novas civilizações, para audaciosamente ir onde ninguém jamais esteve”.
“Acho essas palavras particularmente bonitas”, explica Funes, “porque elas interpretam o desejo, muito humano, de conhecer e explorar o universo”.
“Essa também é a missão do Observatório do Vaticano. O Papa Francisco“, lembra Funes, “convidou-nos a percorrer caminhos da pesquisa, caminhos criativos. A ciência é um desses caminhos que os jesuítas percorreram ao longo dos séculos”.
O diretor do Observatório do Vaticano insere a sua reflexão “no contexto do convite de Francisco a ir para as periferias”, que, escreve, “está na linha da exortação que Bento XVI dirigira à Congregação Geral da Companhia de Jesus em 2008, afirmando que a Igreja precisa de religiosos que dediquem a sua vida a estar justamente nas fronteiras entre a fé e o saber humano, a fé e a ciência moderna, a fé e o compromisso com a justiça”.
“A missão do Observatório do Vaticano“, conclui o jesuíta argentino, “faz parte desse ir às periferias mais distantes, à fronteira final, se assim podemos dizer, porque diz respeito ao universo: vamos longe, porque estudamos as galáxias mais distantes, mas também vamos para trás, no sentido de que exploramos, do ponto de vista da ciência, o início do universo”.
Fonte: www.comshalom.org

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Fé e Ciência - 1


Cientistas seculares continuam sem respostas sobre a origem da vida e criação do universo.




Ele está esperando uma explicação APENAS natural para a criação do universo.
Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes
Mats
À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% “naturais” para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou “Porque é que o universo existe?” e “Porque é que existe algo em vez de nada?” (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como “se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente.”(Ibid, 29)
Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos
(Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?)De fato, a mais básica de todas as leis científicas – a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) – torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.
Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A “ciência” secular desconhece:
O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto.
(Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)
A repórter Amanda Gefter diz:
É uma sorte nós estarmos aqui.
(Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)
Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).
. . . .
As “explicações” naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Atualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial – com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) – de alguma forma construiu-se a ela mesma na “sopa primordial” de Darwin.
Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta “sopa” ou evidências que demonstrem como tais nucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.
De facto, Michael Marshall reportou: “Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?“ (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e “A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma.” (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011. Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)
“Deve ter” é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal “deve” existir uma explicação totalmente naturalista.
Mais à frente no artigo, Marshall lamenta:
Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas.
(Ibid, 35.)
À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.
Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que “deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início”. Problema resolvido!
No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:
Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. “Essa experiência será feita”.
(Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)
Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).
A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.